domingo, 13 de fevereiro de 2011

Érica

Capítulo 3 - Calcinha Branca

Érica deixou as crianças correndo na escola, silenciosa e distraída. Chegou ao estacionamento da empresa em que trabalhava como secretária uns 10 minutos mais cedo do que seu horário. Naquele dia ela escolheu uma roupa que usava pouco, um conjunto social vermelho de saia bem justa, delineando o quadril, e tailleur de bom corte, marcando bem a cintura, que ela sempre usava com um top branco a mostrar o contorno de pêra dos seus seios maduros. Usava um sapato de salto baixo, branco e preto, bem elegante, brincos com uma pérola discreta e um batom vermelho, que ela não usava há muito tempo.

Ficou no carro aquele tempo, tentando tirar aquilo da cabeça, e decidiu satisfazer sua imaginação. Bem devagar, sem que ninguém visse o que estava fazendo, ela passou a mão por debaixo da saia, tirou a calcinha de algodão branca, e começou tocar o clitóris circulando-o, se imaginando como a negra grande e poderosa, dominando e rendendo a ruiva pela língua. Então ela esqueceu-se de onde estava, e gozou num grito alto, forte e inconfundível, e depois caindo numa espécie de sono de êxtase. Voltou a si com o Renato, um guarda de pele avermelhada, feições bem indígenas e cabelos absolutamente lisos cortados como cuia, corpo não muito alto mas bem jovem, abrindo a porta do carro e perguntando:

- A senhora está bem, dona Érica?

Ela ficou sem jeito e levantou-se, arrumando a saia e os cabelos, tentando disfarçar a respiração ofegante, mas não conseguia dizer uma palavra. Ele percebeu a aura sexual, o cheiro, as marcas de água no banco do carro, e por fim, olhando para dentro do carro, viu a calcinha molhada jogada perto do acelerador. Na hora seu pau ficou duro, e ele era tão grande que nem o uniforme duro e preto conseguiu disfarçar o que havia acontecido.

Ela olhou para a calça dele e viu que ele sabia. Num lance de loucura, ela olha nos olhos dele, e eles se beijam alucinadamente. Então ele levanta a saia dela na cintura, joga-a de pernas abertas no banco do carro, tira o pau para fora e começa a bater a cabeça do pau no clitóris dela. Ela não aguenta nem um segundo, pega o pau dele com a mão e agarra seu quadril com as pernas abertas, e mete-o para dentro dela, com muita força, e solta um irreprimível gemido de prazer. Em pouco tempo metendo fundo e rápido, eles gozam juntos, com gemidos altos que se propagavam por todo o estacionamento.

Então, os dois se refazem sem jeito e sem se olhar, ela pega sua bolsa, tranca o carro e sai andando. Ele então a chama e diz baixo:
- Dona Érica, o carro vai ficar com o cheiro...Não é melhor deixá-lo aberto?
Ela resolve voltar e abrir as janelas do carro, e sai de novo para trabalhar, sem dizer nada.

Ele então, depois de um tempo que ela foi embora, abre o carro e pega a calcinha que ela esqueceu de pôr, cheira e vai para o banheiro, se lembrar do que aconteceu há tão poucos instantes atrás.

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