sábado, 12 de fevereiro de 2011

Érica

Capítulo 1 - O Despertar

Eram meia noite, quando Érica levantou do sofá para dormir. Aquela noite ela estava insone. Entrou no quarto silenciosamente para não acordar o marido. Despiu-se, revelando o corpo para quem a idade havia feito bem. Na juventude, ela era muito magra e moleca, e agora, com seus 40, estava mais mulher, mais carnuda. O rosto que não escondia os 40, sua feição de mulher forte, o nariz bem marcado e grande, a boca bem desenhada, o queixo quadrado e os olhos castanhos de olhar firme davam a ela um quê de fruta madura, enchendo as bocas de água pela simples ideia de chupá-la. Os cabelos loiros e curtos, soltos e sem frescura, com alguns fios brancos, pareciam fiapos de uma manga amarela deliciosa e louca para ser devorada. Colocou a camisola de algodão, simples e curta, que se levantava e mostrava as coxas e um pouco da calcinha toda vez que ela passava pelo ventilador do quarto. As alças eram finas, e deixavam a mostra os ombros e as costas. Tinha uma transparência que não se revelava no quarto escuro.
Quando ela foi fechar a porta, ouviu um barulho estranho. Prestou atenção e vinha do quarto do filho de 12 anos. Ficou encucada e foi até o quarto.
A porta estava aberta, dava para ver pela luz da TV que iluminava o corredor. Ela foi ver o que fazia ele acordado àquela hora, e foi distinguindo claramente o som dos gemidos que vinham do quarto. Então ela foi devagar ver. Espiou, e o filho se masturbava vigorosamente, e não percebeu que a mãe estava ali. Quando ela ia se virar para ir embora, passou os olhos pela TV e viu uma mulher bem torneada, ruiva de cabelos grandes, ondulados e exuberantes, de seios imensos e pernas abertas sendo chupada vigarosamente por uma negra lindíssima e grande, de língua comprida e lábios carnudos, que abria bem a bucetinha da ruiva com uma mão enquanto metia dois dedos da outra. As duas gemiam muito, e a ruiva estava a beira do orgasmo. Érica ficou estática, não conseguia ir embora e esqueceu-se do filho. Logo a negra foi metendo mais dedos, sem parar de chupar, e a ruiva foi gemendo mais alto, até que ela gozou, gritando de maneira tão deliciosa que Érica sentiu sua calcinha molhar como se ela estivesse fazendo xixi. Isso a despertou, e ela foi para o quarto assustada, trocou de calcinha, se deitou na cama ao lado do marido, cobriu a cabeça com o lençol e se forçou a dormir.

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