quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Escrevo-lhes um pouco embriagada ainda, pelo álccol, pelo turbilhão das coisas, pelos meus hormônios latejantes, pelo livro que comecei a ler.
Trópico de Câncer, me deixa louca, quero conhecer o que ele narra, deixei-me enlouquecer por Henry em pouquíssimas páginas.
Meu cheiro me perturba, sinto-me num cio intenso, uma vontade louca, só quem já conheceu um homem louco assim pode saber do que estou falando. Henry é o que foi um outro para mim, e nada me deixaria mais perturbada que um livro dele.
Se eu sei o que é cio é porque conheci ele antes de todos.
E como num poema de Djavan, para mim o cio sempre vence o cansaço...
Quero sair, plantar folhas de sonhos, cheirar fumaça de óleo diesel, porque o sol daqui é pouco e o mar...o mar é quase nada...
Preciso preciso de víceras hoje, preciso dançar até perder os pés, preciso perder-me em diante de seus olhos...
Por deus, a loucura me toma...
10 páginas de Henry são suficientes....
10 páginas e 3 copos, louca, louca louca...
Sem sentido nenhum este texto, vou me arrepender amanhã, mas hoje eu não quero saber.

2 comentários:

  1. aparentemente, fomos mordidos por bichos da mesma espécie. você já deve, a esta altura, ter percebido o cheiro.

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  2. Isa, já li esse livro e realmente é do C*****o !!!

    Beijos Lilian

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